Um dos fatos que chamou a atenção de investigadores na apuração sobre um suposto esquema de venda de decisões no Maranhão foi uma movimentação relâmpago em um processo.
O juiz de primeira instância decidiu que só analisaria a solicitação após ouvir o outro lado. Ribeiro, então, recorreu ao TJ-MA.
O processo foi distribuído ao desembargador Antônio Pacheco Guerreiro Júnior, que já havia analisado outras ações relacionadas, às 7h28 do dia 12 de julho. Às 9h46 ele concedeu uma decisão favorável.
De acordo com um delator do caso, a decisão teria sido comprada com a transferência de uma propriedade de 2 mil hectares de Ribeiro para Guerreiro Júnior.
Os dois foram alvos da Operação Inauditus, da PF, realizada na quarta-feira por determinação do ministro Francisco Falcão, do STJ.


